A origem da palavra que dá nome à cidade remonta à cultura etrusca e se relaciona à divindade Manth (Mantus, em latim), considerado o Deus dos Mortos, correspondente a Plutão na mitologia grega.
Outra teoria para a origem do vocábulo está relacionada à profetisa grega Mantó, filha de Tirésias, o profeta cego de Tebas, cuja história é contada na obra Odisseia de Homero.
O sobrenome Mantovani está presente em toda a península itálica, com predominância na região norte. Suas variantes são Mantoan e Mantuan, típicas do Vêneto, Mantovano, muito raro, com presenças na Campagnia e na Puglia e Mantoani, também bastante raro, com algumas ocorrências na área inferior de Udine.
Outras variantes são Montovani, Mantuani, Mantuano, Mantovi e Mantovanelli.
A família chegou ao Brasil no final do século 19 com o início do grande fluxo de imigração italiana no país. Segundo os registros da época, o pioneiro parece ter sido Giovanni Mantovani, que desembarcou com a família em Vitória, no Espírito Santo, em 26 de outubro de 1876.
A bordo do navio Werneck, a família se dirigiu à colônia Santa Leopoldina. Ao menos outras cinco famílias com esse sobrenome chegaram ao estado capixaba até o ano de 1895.
Em São Paulo também desembarcaram muitas famílias Mantovani, incluindo a de Angelo Mantovani, que desembarcou em 14 de dezembro de 1887.
No Rio Grande do Sul, entre os pioneiros estava a família de Andrea Mantovani e Anunciatta Ferrari, casal que veio de Cremona, e chegou até a colônia Caxias em 25 de março de 1878.